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Retomar os estudos pode aumentar expectativa de vida
Enviado: 31/05/2010 - 12:08
• Dados da pesquisa Tábua Completa de Mortalidade, realizada no final de 2009 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que a expectativa de vida da população brasileira passou de 69,66 anos, em 1998, para 72,86 anos, em 2008.
Os números apontam que o avanço é significativo se comparado com a década de 40, quando o brasileiro chegava à casa dos 45 e 50 anos.
Sabe-se que inúmeros fatores contribuem para a melhoria na qualidade de vida das pessoas na terceira idade, como alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e boas noites de sono. Publicações do Journal of Occupation Health Psychology, da Associação Americana de Psicologia revelam que pessoas que trabalham mesmo depois de aposentadas são mais saudáveis, assim como retomar os estudos e manter a mente ocupada pode ajudar a rejuvenescer.
Maria do Carmo, de 68 anos, sofreu no início do ano uma isquemia cerebral que a deixou hospitalizada durante alguns meses e a impossibilitou de reconhecer até mesmo sua família. “Fiquei bastante doente, não lembrava quem eu era. Ao sinal da primeira melhora me matriculei em um curso para terceira idade, foi o que salvou minha vida. Hoje sou outra pessoa”, afirma Maria, que há mais de sete meses frequenta as aulas na UATI (Universidade Aberta da Terceira Idade) da Universidade Guarulhos (UnG) e nunca mais voltou a sofrer do problema.
Especialistas da área afirmam que a prática de atividades cotidianas, como manter a mente ocupada, aprender técnicas e procedimentos até então desconhecidos, realizar viagens turísticas e lazer em geral, proporcionam melhoria nas condições físicas e psicológicas dessas pessoas, que se tornam indivíduos prestativos em seu meio social e conscientes enquanto cidadãos.
Exercitar a região do cérebro responsável pela memória também é a melhor arma contra uma das doenças que mais afetam as pessoas na terceira idade: o Alzheimer, e pode ser realizada através de atividades simples, como dançar e praticar exercícios que condicionem a pessoa a relembrar determinadas coisas ou situações. Os médicos explicam que quando dançam, os idosos fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e mostram concentração acima do normal para não invadirem o espaço do parceiro. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado quando a música os remete à juventude.
A Uati-UnG oferece diversas atividades com a finalidade de proporcionar uma vida mais saudável e equilibrada para o idoso. As aulas de dança e as oficinas da memória são dedicadas especialmente para quem deseja evitar a doença de Alzheimer, além das diversas disciplinas oferecidas, como gastronomia, informática, direito e massoterapia, entre outras.
Para saber mais sobre a Uati-UnG,
acesse www.ung.br |
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Centenário da Imigração Japonesa
• No ano em que se comemoram os 100 anos de Imigração Japonesa, a FEMPI presta uma humilde homenagem a este povo, que com a força de seu trabalho e cultura ajudou o Brasil a crescer, apresentando o depoimento de vida de três empresários associados.
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Carlos Baba – TEBRACC
• Massayoshi Baba, mais conhecido como Carlos Baba, no topo de seus 50 anos, teve sua infância marcada pelo trabalho nas lavouras de café e algodão, no interior de São Paulo. Filho de imigrantes japoneses aprendeu já criança à importância da tradição e cultura nipônica, onde a determinação e disciplina se fazem presente nos seus negócios.
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Kijiro Fujii – Kijiro Corretora de Seguros
• Filho de Osaka, cidade do Japão, Kijiro Fujii desembarca com o pai, a mãe e mais quatro irmãos no Brasil ainda pequeno, tendo como recepção o trabalho nas lavouras de café no Noroeste do Estado de São Paulo.
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